Street Fighter 2 [NES]
Será que venci essa edição do Nesbitt Challenge com o jogo Street Fighter 2 do NES? Confira no vídeo!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Entrevista: Jovens Retro Gamers! #5 [Soler]
terça-feira, 25 de outubro de 2011
10 Razões para você NÃO comprar um TELEJOGO.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Entrevista: Jovens Retro Gamers! #4 [ManoGalo]
E a bateria de entrevistas com jovens retro gamers não para e nem pode parar, mesmo porque os leitores deste humilde blog têm curtido bastante! Hoje vamos conhecer um pouco mais dos gostos gamísticos do boa praça ManoGalo.
1 – Grande companheiro de Twitter, apresente-se ao público!
Bom, meu nome é Johnny Campos, mais conhecido como ManoGalo. Tenho 16 anos e escrevo algumas coisas para o Old School Gamer.
2 – Como você foi parar neste blog?
Sempre quis algum lugar que eu conseguisse expressar minha opinião e dividir conhecimentos com todos. Cansei de criar blogs que não deram muito certo (Chest of games, CoolNerd BR, etc.). Mas foi pela comunidade do Game Boy no Orkut que o João Carlos me adicionou e aí comecei a colaborar com uns textinhos.
Este é o figurinha!
3 – Como que você começou a se interessar por games considerados “ultrapassados”?
Desde que eu me conheço por gente eu me interesso por games antigos. Cresci jogando num Famiclone e o videogame mais moderno que eu me habituei foi um PlayStation 1. Sempre gostei de jogar no Super Nintendo do meu irmão.
4 - Quais são as suas empresas e jogos retro favoritos?
Empresa favorita... Agora me pegou. Apesar de ser imenso fã de Game Boy, ainda gosto dos consoles da SEGA e cresci com a SONY. É uma mistureba tão grande que é complicado achar um favorito. Jogos retro, eu curto demais Earthworm Jim 2 (presente da namorada), The Legend of Zelda – Link’s Awakening, Metal Gear Solid...

Começou a blogar por um convite recebido na Comunidade do Game Boy no Orkut
5 – Qual é a sua visão sobre a atual geração?
É de encher os olhos, admito. Esses dias eu estava decepando cabeças no Dead Island e adorando a onda. Eu gosto, mas não o suficiente para ter um PlayStation 3 em casa.
6 – Conta prá nós uma história inesquecível da sua infância.
Um belíssimo natal em família, ano o qual eu não me lembro. Tinha pedido para Papai Noel um PSOne (na época beirando uns R$400,00). Eis que a noite chega e encontro duas caixas ao pé da árvore com o meu nome. Uma eu abro: Um PSOne! Minha mãe tinha batalhado e lutado para comprar um para mim. E numa outra caixa, mais leve, um Polystation (famoso Famiclone!), dado pelo meu Tio Murilo de todo coração. Daí pra frente, eu nem tocava muito no PSOne. Só quando ia alguma visita em casa. Quando não tinha ninguém, lá estava eu no Super Contra, Super Mario Bros., Captain America, Double Dragon III... O Polystation fez parte da minha vida até o ano passado, quando estragou de vez. Dá saudades.
Quem diria, um fã de PolyStation!
7 – Olha só, achei um fã de PolyStation no mundo! Falando em consoles, quais você tem?
Em casa eu tenho um Game Boy, um Game Boy Advance, um Mega Drive, um Super Nintendo e um PSOne. Adoraria ter outro Super Nintendo, porque o meu está com problema na imagem. Mas entre outro console, queria um GameCube.
8 – Muito obrigado pela entrevista, para encerrar, deixe seu recado e faça seu marketing pessoal!
Agradeço primeiro ao tio Tandrilion que me deu esta oportunidade de contar um pouco da minha vida de jogador. Muito obrigado mesmo! Ao gamer de baixa renda que, assim como eu, quer começar uma coleção, aconselho: não desista do seu sonho; sempre batalhe e lute por aquilo que você gosta! Ah, também lembre-se que pirataria não é legal!
- Skype: manogalo_
- Twitter: @manogalo_
E para quem acessa os reviews que faço no Old School Gamer, muito obrigado pelo apoio de todos. Espero melhorar a cada dia para trazer mais e mais reviews e matérias maravilhosas!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Coisas legais de games: Versões femininas de Street Fighter e King Of Fighters
Nas andanças de Nesbitt pelo mundo da internética, volta e meia eu encontro alguma coisa bacana relacionada a arte e games. Desta vez encontrei um desenhista japonês super fera chamado Nekkeau, ele fez alguns personagens de games em suas versões femininas. Abaixo alguns de seus trabalhos e no final o site dele para você acessar outras artes! Acessa lá fio!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Entrevista: Jovens Retro Gamers! #3 [Macho Gamer]
Após duas bem sucedidas entrevistas, chegou a vez da jovem revelação do blog Retroplayers: Macho Gamer!
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Gears of War 2 [X360]
Hoje, para comemorar o dia das crianças, vamos analisar um jogo com bastante sangue e violência, hehehehe. Sacanagem, né?

Os cenários são muito bem acabados, com raros “defeitos”. Os ambientes são repletos de surpresas inusitadas e missões bizarras. Particularmente achei tudo muito criativo. Há também o modo multiplayer, onde é possível treinar com um amigo no "Story Mode". Vou confessar que nem treinei, estava tão ansioso para jogar que fui direto ao ponto.

Adoro o modo cover, onde é possível se esconder atrás de paredes, pedras, entre outras coisas, a fim de se esquivar dos tiros. Mas nem tudo são flores, na minha opinião, o jogo "SIM" também tem defeitos! Um deles é a jogabilidade, principalmente na hora de correr, poderia ser automático, em vez de precisar segurar alguns botões ao mesmo tempo.

Alguns amigos, companheiros de guerra, morrem no jogo, costumava me envolver muito com eles e até ficava triste quando eles eram abatidos pelos monstros. Um dos pontos negativos também é que nem todas as armas possuem miras.

Um abraço forte caros amiguinhos!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Entrevista: Jovens Retro Gamers! #2 [McCloud]
A primeira entrevista com o jovem retro gamer Goomba foi bastante acessada e elogiada. Hoje, vocês vão conhecer McCloud meu conterrâneo (até já jogamos fliperama juntos).
1- Introduce yourself dude!
Olá, meu nome é Tomáz Peter Macedo Schorsch; mas por trás de vários outros apelidos, sou mais conhecido como McCloud. Tenho 14 anos.
2 – Como começou sua paixão por games old school?
Eu cresci jogando, acho que não posso negar que tive bastante influência dos meus dois primos, frequentava a casa da minha tia e lá rolava de tudo (no bom sentido), utilizávamos muito emuladores, principalmente os de Mega Drive, SNES e Nintendo 64. Só fui saber uns 5 anos depois o que era PlayStation, hehehe.
Enquanto ficava me divertindo com esse monte de velharias, nem sonhava que na minha época já existiam consoles mais avançados; acho que era meio perdido no tempo, jogava Genesis e Super Nintendo e saía falando para todos que eram os melhores videogames do mundo. Tempos depois um dos meus sonhos se realizou, meu primo gravou uma dúzia de jogos para Nintendo 64 em um CD e eu fiquei louco, me apeguei bastante ao N64, achava que aquilo era o top do mundo, os melhores gráficos que existiam, santa ingenuidade, hehehe.
3 – Você tem alguma preferência por marcas, quais são seus jogos favoritos?
Você perguntou sobre marcas, não sei se dou muito atenção a isso e também não tenho uma publisher favorita. Bem, quem me conhece sabe que sou fã alucinado do Mega Drive, sem dúvida meu console favorito (junto com o Amiga), mas gosto de vários outros.
Mas agora vamos aos jogos, o que realmente interessa, acredito que meu jogo favorito seja Kid Chameleon, nunca tive um gênero favorito, nem para games, nem para filmes. Tenho apenas uma regra na minha vida: se acho aquilo bom e me identifico, vou gostar. Eu tenho uma lista enorme de favoritos e vou citar alguns deles aqui, espero não entediar vocês:
- Mega Drive: Kid Chameleon, YuYu Hakusho Makyou Toitsuden, Shining Force 1&2, Growl, Sonic the Hedgehog 1&2, Streets of Rage 2, Dodge Danpei, Gunstar Heroes e Mega Bomberman.
- Amiga: Apidya, Cannon Fodder, Disposable Hero, All-Terrain Race, K240, Brutal Sports Football, Battle Squadron, Sensible Soccer e Uridium 2.
- MSX: The Castle, Aleste 2, Payload, Metal Gear 1&2 e Eggerland Mystery 1&2.
- PC: Worms Armageddon, Age of Empires II, Starcraft, Star Control II, Dune II, Sid Meier's Pirates!, Sid Meier's Civilization II e Rome: Total War.
- Arcade: DoDonPachi, Dungeons & Dragons: Shadow Over Mystara, Dungeons & Dragons: Tower of Doom, Killer Instinct, Daytona USA e Armed Police Batrider.
- N64: Donkey Kong 64, Paper Mario e Super Mario 64.
- SNES: Chrono Trigger, Super Metroid, Tetris Attack, Gokujyou Parodius, Rock 'n' Roll Racing, Harvest Moon e International Superstar Soccer Deluxe.
Além de títulos de outras plataformas como Adventures of Lolo, série Mega Man, série Pokémon no Game Boy, Wonder Boy 3, Soldier Blade, Micro Machines, Lost Vikings 1&2, Pirates! Puyo Puyo 1&2, Elite, Flashback e Battletoads. Acho que cansei vocês nessa, hein?
4 - Qual é a sua visão em relação aos consoles atuais?
Eu gosto muito do DS, que para mim tem uma biblioteca de games implacável, mas deve ser só ele também, os demais consoles até têm games bons, mas nada de apaixonante. Raramente jogo os modernos e não tenho muita esperança na oitava geração.
5 - Você tem alguma história envolvendo games que queira compartilhar?
Pra falar a verdade, não. Eu já tive fortes impactos em games, como o caso até de chorar, mas nada acima disso. O jogo que mais joguei na vida foi Lion King, passei minha vida jogando. Uma vez fiquei as férias inteiras me viciando nele, eu e meu primo, fui viajar sem zerar o game, parando na oitava fase, quando voltei, no papel de parede do PC estava um print do fim do game e escrito "TOMAZ, EU ZEREI O REI LEAO".
Não sabia como ele tinha feito isso, eu era pequeno, mas fiquei paralisado. A primeira vez que fechei Super Mario 64 também foi foda, lembro que eu e minhas primas jogávamos apenas para brincar, correr, ir no escorregador, subir nas árvores. Mas teve um dia que foi muito importante, quando meu primo me explicou o verdadeiro objetivo do jogo, não sei, a partir dali deu uma coisa na minha cabeça, eu descobri que os jogos tinham algo além de brincar: um objetivo.
Joguei bastante Super Mario 64 e até hoje, quando vejo os créditos, me emociono; junto com Mario Kart 64 eram os cartuchos que mais ligava no Nintendo 64. Lembro que quem acordava mais cedo ganhava a vez em Mario Kart 64 e, geralmente, eram sempre meu primo e minha prima mais velhos que estavam na cadeira, enquanto eu e minha outra prima tínhamos de esperar. Certa feita, botei o despertador para as seis horas da manhã e fiquei lá na cadeira esperando, reservando meu lugar.
6 - Qual ou quais consoles você tem? Gostaria de ter algum além dos seus?
Tenho apenas Mega Drive, Super Nintendo e Nintendo DS por enquanto. Existem infinitos consoles que ainda quero ter, mas nem comecei direito minha coleção, ou minha jornada retro gamer, digamos. Pretendo adquirir muitos consoles e jogos e deixar mais de lado os emuladores.
7- Sua mensagem final pros leitores!
Sou um cinéfilo gamer que passa o dia inteiro ouvindo música. Acho que essa frase me descreve bem.
Formspring: http://www.formspring.me/mccloud11
Twitter: http://twitter.com/#!/mccloud11
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E claro, MSN: mccloud_11@hotmail.com :D
domingo, 2 de outubro de 2011
O Padre – Um filme GLS? (1994)
Como os padres católicos lidam com suas emoções e sentimentos que se contrapõem às leis morais da igreja? Esta é a ideia que o filme “O Padre” (Priest), busca transmitir. A produção irlandesa retrata diversos assuntos religiosos controversos e os aborda de uma forma chocante (principalmente aos católicos).
O enredo retrata a vida de Padre Greg, um homossexual, dividido entre sua vocação e o desejo sodomita. Concomitantemente outros paradigmas dogmáticos são colocados em xeque, como o sigilo da confissão, celibato sacerdotal, incesto e preconceito na igreja.

O protagonista, novo na comunidade, é um sacerdote que acredita que o catolicismo deve ser levado a ferro e fogo. Entretanto, ao deparar-se com a dura realidade, percebe a fragilidade da ideologia em que crê. Atormentado a todo momento com o comportamento dos membros da paróquia, pela liberalidade de seu colega padre Matthew e principalmente pelo sofrimento de uma menina de 14 anos, que em confissão conta ser abusada sexualmente pelo próprio pai, Greg se desespera e cede aos seus desejos “carnais”, se envolvendo com um rapaz.
O ápice da história ocorre quando a homossexualidade do líder vem à tona, polêmica que viria a atribular a rotina da igreja.

“O Padre” é interessantíssimo! Considerado por muitos como um filme GLS, apesar de que não o percebo desta forma. Quem assistir e se ater simplesmente à moral, perderá o melhor que a película tem a oferecer. Para os mais moralistas, alguma dificuldade existirá em presenciar as cenas de pederastia; o sexo é exibido claramente e o romance entre Greg e seu parceiro desenrola-se quase como num filme heterossexual. Contudo, quem quiser testar sua fé e conceitos, buscando assimilar os fatos existentes no making-off do mundo religioso, sem se escandalizar, certamente será edificado. O filme foi proibido pela Igreja Católica.

Padre Greg e Padre Matthew
Elenco: Linus Roache, Tom Wilkinson, Robert Carlyle. Direção: Antonia Bird. Roteiro: Jimmy McGovern.
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